Breve apresentação do autor e do blog
Rodrigo Travitzki, mais um Digão entre muitos, escreve algumas coisas e cola outras neste blog (clique aqui para ver os textos autorais).
Sendo professor de biologia há dez anos, criou categorias curiosas como “bicho também é gente” (dedicada ao lado “humano” dos outros animais) e “milagres da natureza“. Para aqueles que lutam contra o chamado “reducionismo biológico”, estes posts podem ser inspiradores.
Algumas expressões humanas nascem da paixão, outras do ódio. A impunidade dos políticos levou inevitavelmente à criação de categorias como “Fora Sarney” e “Crise no Senado“, além de críticas mais radicais, como “o estado é uma quadrilha engravatada” (inspirada no prof. Marlito e em Nietzsche).
Por vezes, o ódio assume o formato tragicômico, como se precisasse sair de dentro do corpo mas já estivesse cansado de sua própria forma. Nesses raros momentos, o ódio se transforma em risada como o chumbo em ouro, sem qualquer motivo ou finalidade aparente. Assim nasceram as paródias políticas, criadas e gravadas de forma totalmente doméstica, que marcam uma fase em que o autor conseguia transformar seu ódio político em riso. Hoje as paródias estão mais paradas, embora não faltem musas inspiradoras em Brasília.
A música é muito mais do que um instrumento político. A música é um elo entre o humano e o divino, o efêmero e o eterno, o sagrado e o profano. São bons aqueles momentos em que paramos a correria cotidiana e simplesmente ouvimos uma boa música, de preferência numa boa companhia. Ouvir, dançar, fazer música. Futuramente serão colocadas composições próprias neste blog, por enquanto você pode ver as mais antigas nesta página.
Pois bem, depois de se formar biólogo na UNICAMP, o autor buscou navegar outros mares e acabou desembarcando num mestrado em filosofia da mente, que ganhou o estranho o título “a neurodinâmica pode explicar a consciência?“. Desta curiosidade brotaram, por exemplo, as categorias “cérebro nosso” (alusão ao livro de Suzana Herculano-Houzel) e “filosofia“.
Hoje, além das aulas e do blog, Rodrigo faz doutorado em educação na USP, mantém o portal Rizomas* Educação e Cultura, e gosta de falar de si mesmo em terceira pessoa.




É notório que esse deputado agressor está envolvido, a muito tempo, com o roubo de caminhões de cargas para abastecer os seus supermercados espalhados pelo DF e Goiás. Eleito, primeiramente, pelo DF, após ser “queimado ” nesta região, elegeu-se pelo Estado de Goiás e agora quer sair candidato por Minas Gerais. É o verdadeiro bandido etinerante, a exempçlo dos ladrões de gado, dos séculos passados. Esse cara não pode voltar para Câmara Federal. É preciso que todas as pessoas dignas desse país denunciem esse crápula. Não podemos ter mais um Mucio Ataíde, que após roubar quase toda a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, elegeu-se Deputado Federal por Goiás, como ” o homem do chapéu “, para fugir dos seus crimes.