“… sempre há uma proibição necessária, mas ela é de natureza diferente. Num caso, a idéia de que é preciso impor proibições transcendentes ao ser humano em si mesmo, a fim de defendê-lo de sua própria loucura (ou de seu pecado original) repousa sobre um fundo de pessimismo radical a respeito do humano. Na segunda hipótese, o proibido é um momento estruturador da abertura para uma liberdade que não é antinômica em relação à responsabilidade.”
Fonte:
Patrick Viveret – É hora de um novo humanismo



