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	<title>Blog do Digão &#187; Ciência e Poder</title>
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		<title>A razão sempre tem razão?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 14:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Frases]]></category>

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		<description><![CDATA[A razão nos salva da morte. Mas o que nos salva da razão?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://digao.bio.br/blog/a-razao-sempre-tem-razao/1706/" layout="button_count"></fb:like></span><p>A razão nos salva da morte. Mas o que nos salva da razão?</p>
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		<title>Zero gordura trans? Sem colesterol? Calma, não compre ainda..</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/zero-gordura-trans-sem-colesterol-calma-nao-compre-ainda/1638/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 17:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Escritos Originais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é uma dessas pessoas que presta mais atenção nas letras coloridas das embalagens, que dizem &#8220;sem colesterol&#8221; e &#8220;zero gordura trans&#8221;, do que para aquela minúscula tabela de informações nutricionais? Cuidado! As novas tecnologias de saúde podem ser mais saudáveis para a indústria alimentícia do que pra você. Prestar muita atenção nos novos slogans [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://digao.bio.br/blog/zero-gordura-trans-sem-colesterol-calma-nao-compre-ainda/1638/" layout="button_count"></fb:like></span><p>Você é uma dessas pessoas que presta mais atenção nas<strong> letras coloridas</strong> das embalagens, que dizem &#8220;sem colesterol&#8221; e &#8220;zero gordura trans&#8221;, do que para aquela minúscula <strong>tabela</strong> de informações nutricionais?</p>
<p><strong>Cuidado!</strong> As novas tecnologias de saúde podem ser mais saudáveis para a indústria alimentícia do que pra você. Prestar muita atenção nos novos slogans da vida saudável pode não ser uma boa estratégia, principalmente se você não tem tempo ou disposição para procurar saber as indicações e contraindicações de cada novidade no ramo dos alimentos.</p>
<p>Veja por exemplo a polêmica questão &#8220;manteiga X margarina&#8221;. Se você for um adepto do &#8220;anticolesterismo&#8221;, será automaticamente um comprador de margarinas, pois praticamente todas tem hoje no rótulo &#8220;sem colesterol&#8221;. Aí você fica imaginando como é bom ter uma vida saudável, lembra daquela propaganda com a família feliz de camisa branca num dia ensolarado e vai dormir tranquilo.</p>
<p>Mas nem todo mundo sabe que o colesterol, presente nos tecidos animais (onde cumpre importantes funções), não pode ser encontrado nas plantas. Ou seja, nada feito apenas com plantas possui colesterol. Nem margarina, nem azeite, óleo de soja, enfim. Bom, até aí, nenhum grande problema, exceto a boa e velha hipocrisia das propagandas num mundo que semeia a própria burrice.</p>
<p>No entanto, nas letras pequenas da embalagem de margarina, está escrito &#8220;gordura vegetal hidrogenada&#8221;. O que, aliás, é uma delícia, e tem também no sorvete, em bolachas, etc. Mas gordura vegetal hidrogenada, como tantas coisas boas, deve ser evitada em excesso. E a margarina, vale dizer, é praticamente pura gordura vegetal hidrogenada.</p>
<p>Assim, quando a filha moderna e saudável tenta convencer sua mãe a largar a manteiga e mudar para margarina light sem colesterol e zero gordura trans, talvez não esteja de fato fazendo um favor à sua progenitora.</p>
<p>Não estou dizendo aqui para proibirem a margarina. Só estou dizendo que nem sempre o &#8220;upgrade&#8221; é a melhor solução, por mais &#8220;científico&#8221; que possa parecer. Aliás, se você quiser algo &#8220;científico mesmo&#8221;, não procure nas propagandas de produtos anti-manchas ou nas letras coloridas das embalagens.</p>
<p>A questão da gordura trans, por exemplo. Lendo um <a href="http://www.scielo.br/pdf/abc/v90n1/a12v90n1.pdf">artigo para cardiologistas</a>, descobrimos que o problema da gordura trans, na verdade, é que ela se parece com a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gordura_saturada">saturada</a> (como a gordura vegetal hidrogenada da margarina). Mas curiosamente, segundo um <a href="http://www.scielo.br/pdf/ramb/v55n1/v55n1a15.pdf">estudo da USP</a>, muitos alimentos que dizem ter zero gordura trans estão lotados de gordura saturada. Ou seja, é muito fogo pra pouca palha.</p>
<p>Enfim, cuidado com slogans e letras coloridas. Não evite tanto as tabelas e letras miúdas. Ou ao menos, nos tempos apressados da pós modernidade, na dúvida pergunta à sua vó.</p>
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		<title>Limites e deslimites da ciência</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/limites-e-deslimites-da-ciencia/1592/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 15:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Frases]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não há nenhum ser no mundo que a ciência não possa penetrar, mas o que pode ser penetrado pela ciência não é o ser.&#8221; Adorno e Horkheimer, Dialética do Esclarecimento]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://digao.bio.br/blog/limites-e-deslimites-da-ciencia/1592/" layout="button_count"></fb:like></span><p><strong>&#8220;Não há nenhum ser no mundo que a ciência não possa penetrar, mas o que pode ser penetrado pela ciência não é o ser.&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: right;">Adorno e Horkheimer,<br />
 Dialética do Esclarecimento</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Chomsky e as 10 estratégias de manipulação midiática</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/chomsky-e-as-10-estrategias-de-manipulacao-midiatica/1457/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Dec 2010 15:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[RETIRADO DO INSTITUTO JOÃO GOULART: O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia: 1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://digao.bio.br/blog/chomsky-e-as-10-estrategias-de-manipulacao-midiatica/1457/" layout="button_count"></fb:like></span><p>RETIRADO DO INSTITUTO JOÃO GOULART:</p>
<p><em>O lingüista estadunidense <strong>Noam Chomsky </strong>elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:</em></p>
<hr /><strong>1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.</strong></p>
<p>O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que  consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e  das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a  técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de  informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente  indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos  conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da  psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do  público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por  temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado,  sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais  (citação do texto &#8216;Armas silenciosas para guerras tranqüilas&#8217;)”.</p>
<p><strong>2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.</strong></p>
<p>Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um  problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a  fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer  aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a  violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o  público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da  liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como  um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento  dos serviços públicos.</p>
<p><strong>3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.</strong></p>
<p>Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la  gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira  que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram  impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo,  privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa,  salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que  haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só  vez.</p>
<p><strong>4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.</strong></p>
<p>Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de  apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação  pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um  sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o  esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a  massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá  melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá  mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de  aceitá-la com resignação quando chegue o momento.</p>
<p><strong>5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.</strong></p>
<p>A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso,  argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas  vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de  baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar  enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por  quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12  anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa  probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido  crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas  silenciosas para guerras tranqüilas”)”.</p>
<p><strong>6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.</strong></p>
<p>Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um  curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos  indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite  abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar  idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…</p>
<p><strong>7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.</strong></p>
<p>Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os  métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da  educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e  medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira  entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e  permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas  silenciosas para guerras tranqüilas’)”.</p>
<p><strong>8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.</strong></p>
<p>Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…</p>
<p><strong>9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.</strong></p>
<p>Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria  desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas  capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o  sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera  um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua  ação. E, sem ação, não há revolução!</p>
<p><strong>10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.</strong></p>
<p>No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm  gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas  possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à  neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um  conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como  psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo  comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na  maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder  sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <a href="http://www.institutojoaogoulart.org.br/noticia.php?id=1861">http://www.institutojoaogoulart.org.br/noticia.php?id=1861</a></p>
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		<title>Pesquisa eleitoral no Brasil é feita &#8220;nas coxas&#8221;</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/pesquisa-eleitoral-no-brasil-e-feita-nas-coxas/1485/</link>
		<comments>http://digao.bio.br/blog/pesquisa-eleitoral-no-brasil-e-feita-nas-coxas/1485/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 22:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Que a pesquisa eleitoral brasileira é uma ciência menos confiável do que a metereologia e o Tarô, isso todos pudemos constatar. Mas Demétrio Magnoli explica porque. A metodologia utilizada pelos institutos brasileiros é arcaica, pior e, é claro, mais barata. Veja mais detalhes abaixo. Na noite de 3 de outubro, o Ibope divulgou as pesquisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://digao.bio.br/blog/pesquisa-eleitoral-no-brasil-e-feita-nas-coxas/1485/" layout="button_count"></fb:like></span><p>Que a pesquisa eleitoral brasileira é uma ciência menos confiável do que a metereologia e o Tarô, isso todos pudemos constatar. Mas Demétrio Magnoli explica porque. A metodologia utilizada pelos institutos brasileiros é arcaica, pior e, é claro, mais barata. Veja mais detalhes abaixo.<span id="more-1485"></span></p>
<hr />Na noite de 3 de outubro, o Ibope divulgou as  pesquisas de boca de urna para a eleição nacional e para 16 Estados,  registradas com margem de erro de 2% e intervalo de confiança de 99%.  Das 17 pesquisas, 12 ficaram fora da margem de erro. O intervalo de  confiança real é inferior a 30%. Um cenário similar, catastrófico,  emerge das pesquisas para o Senado. Há tanta diferença assim entre isso e  vender automóveis com defeitos nos freios?</p>
<p><strong>Legião chapa-branca</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O Ibope não está só. Datafolha, Sensus e Vox Populi não fizeram  pesquisas de boca de urna, mas suas pesquisas imediatamente anteriores  também não resistem ao cotejo com as apurações.<strong> Todos os grandes  institutos brasileiros cometem um mesmo erro metodológico,</strong> bem conhecido  pelos especialistas. Eles usam o sistema de amostragem por cotas, que  tenta produzir uma miniatura do universo pesquisado. A amostra é montada  com base em variáveis como sexo, idade, escolaridade e renda. Isso  significa que a escolha dos indivíduos da amostra não é aleatória,  oscilando ao sabor de variáveis arbitrárias e contrariando os princípios  teóricos da amostragem estatística.</p>
<p>O Gallup aprendeu a lição depois de errar na previsão de triunfo de  Thomas Dewey nas eleições americanas de 1948. Venceu Harry Truman e o  instituto mudou sua metodologia, adotando um plano de amostragem  probabilística, que gera amostras aleatórias. Quase meio século depois,  os institutos britânicos finalmente renunciaram à amostragem por cotas. O  copo entornou em 1992, quando as pesquisas baseadas na metodologia  furada previram a vitória trabalhista, mas triunfou o conservador John  Major. Na sequência, uma equipe de especialistas identificou o problema e  apresentou a solução. Os institutos brasileiros conhecem toda essa  história. <strong>Não mudam porque a metodologia atual é mais prática e barata</strong>.  Vendem gato por lebre.</p>
<p>A amostragem por cotas não permite calcular a margem de erro. Os  institutos &#8220;resolvem&#8221; a dificuldade chutando uma margem de erro, que  exibem como fruto de cálculo rigoroso. Como as eleições brasileiras  costumam ter nítidos favoritos, eles iludem deliberadamente a opinião  pública, cantando acertos onde existem, sobretudo, equívocos.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: O Estado de São Paulo, via <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=611JDB015">Observatório da Imprensa</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pior vazamento de óleo da história dos EUA foi subestimado pelo governo</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/pior-vazamento-de-oleo-da-historia-dos-eua-foi-subestimado-pelo-governo/1326/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 15:22:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Poder]]></category>

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		<description><![CDATA[DEU EM O GLOBO: &#8220;Há duas semanas, o governo americano estimou qual seria o vazamento diário de óleo no Golfo do México, considerado o pior da história dos Estados Unidos : 5 mil barris de petróleo por dia. Porém cientistas e grupos ambientalistas estão questionando o número e apostando que a quantidade é bem maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://digao.bio.br/blog/pior-vazamento-de-oleo-da-historia-dos-eua-foi-subestimado-pelo-governo/1326/" layout="button_count"></fb:like></span><p>DEU EM O GLOBO:</p>
<p>&#8220;Há duas semanas, o governo americano estimou qual seria o  vazamento diário de óleo no Golfo do México, considerado   <a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2010/04/30/vazamento-de-petroleo-no-golfo-do-mexico-pode-ser-pior-da-historia-dos-eua-que-proibem-novas-plataformas-no-pais-916467236.asp" target="_self">o  pior da história dos Estados Unidos</a> : 5 mil barris de petróleo por dia. Porém cientistas e grupos  ambientalistas estão questionando o número e apostando que a quantidade é  bem maior do que a estimada. Eles também criticaram a British Petroleum  (BP) por se recusar a recorrer a outras técnicas cientificas que dariam  um panorama mais preciso da catástrofe. A indagação sobre a veracidade  da quantidade de óleo derramada veio á tona nesta quinta-feira, quando  um vídeo mostrou um enorme jato de petróleo jorrando de um dos locais de  vazamento. A BP se defende dizendo que medição precisa é impossível.&#8221;</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2010/05/14/cientistas-dizem-que-vazamento-no-golfo-do-mexico-esta-subestimado-quantidade-de-oleo-derramada-deve-ser-cinco-vezes-maior-916583559.asp">Cientistas dizem que vazamento no Golfo do México está subestimado e quantidade de óleo &#8230; &#8211; O Globo</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cientistas calculam o &#8216;preço da felicidade&#8217;</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/cientistas-calculam-o-preco-da-felicidade/1310/</link>
		<comments>http://digao.bio.br/blog/cientistas-calculam-o-preco-da-felicidade/1310/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 May 2010 21:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Os cientistas dizem cada coisa]]></category>

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		<description><![CDATA[A saúde é nosso bem mais precioso e vale mais do que ser casado ou ter um emprego. Essa é uma das conclusões de pesquisa feita em 2009 no Reino Unido, Universidade de Warwick, baseada em fatores psicológicos e financeiros de diversos eventos da vida, como casamento, divórcio e viuvez. O estudo, coordenado pelo economista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://digao.bio.br/blog/cientistas-calculam-o-preco-da-felicidade/1310/" layout="button_count"></fb:like></span><p class="western">A saúde é nosso bem mais precioso e vale mais do que ser casado ou ter um emprego. Essa é uma das conclusões de pesquisa feita em 2009 no Reino Unido, Universidade de Warwick, baseada em fatores psicológicos e financeiros de diversos eventos da vida, como casamento, divórcio e viuvez.</p>
<p class="western">O estudo, coordenado pelo economista Andrew Oswald, concluiu que estar casado traz felicidade semelhante a uma renda de R$ 400 mil por ano. Do mesmo modo, a viuvez é comparável à perda de mais de R$ 1 milhão e um divórcio seria como perder quase R$ 800 mil.</p>
<p class="western">Os valores foram calculados através de análise estatística de uma pesquisa com indivíduos (britânicos, imagino) escolhidos aleatoriamente. Nos resultados obtidos, o fator que mais influencia na felicidade é a saúde &#8211; não estar saudável equivaleria a perder R$ 3 milhões por ano.</p>
<p class="western">Os cientistas dizem cada coisa&#8230;</p>
<p class="western">Veja mais nestes trechos retirados da net:</p>
<p class="western"><span id="more-1310"></span></p>
<hr />
<p class="western">“O trabalho, realizado por investigadores da Universidade de Warwick e do Dartmouth College, nos Estados Unidos, com o título &#8220;Terá o bem-estar a forma de U no ciclo da vida?&#8221;, será em breve publicado na revista Social Science &amp; Medicine, a publicação de ciências sociais mais citada em todo o mundo.</p>
<p class="western">Os cientistas constataram que os níveis de felicidade têm a forma curva de um U, com o ponto mais alto no início e final da vida e o mais baixo na meia-idade. Muitos estudos anteriores do decurso da vida sugeriam que o bem-estar psicológico se mantinha relativamente estável e consistente com o avançar da idade.</p>
<p class="western">Com base numa amostra de um milhão de pessoas no Reino Unido, os investigadores concluíram que os picos de depressão são mais prováveis por volta dos 44 anos, tanto nos homens como nas mulheres. Nos Estados Unidos encontraram uma diferença significativa nos dois géneros, com a infelicidade a atingir o pico por volta dos 40 anos na mulheres e dos 50 nos homens.<br />
Num total de 72 países em todos os continentes, o estudo constatou a mesma forma de U nos níveis de felicidade e satisfação com a vida por idade.”</p>
<p class="western"><a href="http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=24958&amp;op=all">http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=24958&amp;op=all</a></p>
<p class="western">
<hr />
<p class="western">“Enquanto filósofos, antropólogos, sociólogos e outros estudiosos se debatem sobre a essência da felicidade, economistas ingleses da Universidade de Warwick entraram em campo para provar que a questão se resolve em cifras. Altas cifras, para ser mais exata. Segundo eles, ter saúde, por exemplo, é equivalente a embolsar R$ 3 milhões por ano. Já estar casado pode ser equiparado a uma renda de mais de R$ 400 mil por ano. De milhão em milhão, eles acreditam ter chegado ao preço da felicidade.</p>
<p class="western">Aos olhos da filosofia, da antropologia, da sociologia ou da ética, felicidade é um tema demasiadamente complexo. Mas a base do estudo estudo, coordenado pelo economista Andrew Oswald, é outra. O foco está nos fatores psicológicos e financeiros que são alterados em virtude de um determinado acontecimento.</p>
<p class="western">Os valores foram calculados por meio da análise dos dados de uma pesquisa com indivíduos escolhidos aleatoriamente. Foi assim que eles chegaram também à conclusão de que a viuvez é comparável à perda de mais de R$ 1 milhão anualmente. Divórcio? Equivale a perder quase R$ 800 mil.</p>
<p class="western">Mas seria possível mesmo aferir o preço da felicidade? Para a psicanalista Maria Cristina Reis Amendoeira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), não.”</p>
<p class="western"><a href="http://www.maisde50.com.br/editoria_conteudo2.asp?conteudo_id=7522">http://www.maisde50.com.br/editoria_conteudo2.asp?conteudo_id=7522</a></p>
<p class="western">
<hr />
<p class="western">“Pesquisadores encontraram ligações diretas entre os índices de felicidade de um país e os problemas de pressão sangüínea de seus cidadãos.</p>
<p class="western">A pesquisa mostra que os países em que os cidadãos se dizem mais felizes são também os que apresentam menos problemas de pressão. Os pesquisadores não sabem exatamente o porquê dessa relação.</p>
<p class="western">O estudo foi realizado pelos economistas Andrew Oswald, da Universidade de Warwick, na Grã-Bretanha e David Blanchflower, do Dartmouth College, nos Estados Unidos.”</p>
<p class="western"><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/02/070220_pressaofelicidade_ir.shtml">http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/02/070220_pressaofelicidade_ir.shtml</a></p>
<p class="western">
<p class="western">
<hr />
<p class="western">&#8220;A felicidade pode ser medida? Desde que pesquisas de opinião começaram a ser conduzidas na década de 60, iniciou-se um grande debate metodológico. Sabemos que não podemos tentar medir a felicidade da mesma maneira que se quantifica variáveis como altura, peso e pressão arterial dos indivíduos. Observar este fenômeno diretamente está completamente fora do nosso alcance – algo difícil de ser concebido mesmo que especulativamente. A forma pela qual este tipo de estudo tem se desenvolvido nas últimas décadas, através de questionário e entrevistas aplicadas a amostras representativas de diversas sociedades, levanta inegavelmente dúvidas metodológicas legítimas e difíceis de serem respondidas, mas que, ao mesmo tempo, não desqualificam este tipo estudo, que foi uma das primeiras aproximações econômicas para o entendimento de como se determina o bem-estar subjetivo dos indivíduos.&#8221;</p>
<p class="western"><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-31572006000400003&amp;script=sci_arttext">http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-31572006000400003&amp;script=sci_arttext</a></p>
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		<title>Desenvolvimento a qualquer custo na hidrelétrica de Belo Monte</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 17:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://digao.bio.br/blog/desenvolvimento-a-qualquer-custo-na-hidreletrica-de-belo-monte/1159/" layout="button_count"></fb:like></span><p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZmOozYXozb8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/ZmOozYXozb8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>De fato, no quesito &#8220;meio ambiente&#8221; o governo Lula tem muita afinidade ideológica com a tão odiada ditadura. Em 72, na primeira conferência mundial do meio ambiente, o governo brasileiro chamava as empresas poluidoras internacionais para se instalarem em Cubatão e outros pólos industriais. Era a época do &#8220;desenvolvimento a qualquer custo&#8221;. O resultados nós conhecemos, Cubatão virou o &#8220;Vale da morte&#8221;. E a Amazônia, o que virará?</p>
<p>Queremos desenvolvimento? Sem dúvida. Mas o Brasil tem a chance histórica de praticar outra forma de desenvolvimento, menos prejudicial ao ambiente e à população como um todo. Não é nada fácil. Mas pelo menos a gente podia tentar.</p>
<p>Infelizmente, não é o que vem acontecendo. Não foi à toa que Marina Silva saiu do ministério. Fechar o Ibama? Não é uma ideia tão absurda, visto que boa parte do orçamento do órgão é gasto em Brasilia (provavelmente para proteger cobras, raposas, gaviões, urubus, e outros animais que não estão em extinção). Aliás, fechando o Ibama e o Senado, economizaríamos uma boa bolada.</p>
<p>O trecho abaixo chama atenção para a maneira pela qual a hidrelétrica de Belo Monte foi aprovada. O que nos dá uma boa ideia de como a neutralidade científica pode ser neutralizada&#8230;</p>
<p>&#8220;<em>Lula deveria fechar o Ibama. Afinal, de que adianta o Instituto manter as aparências e formalidades de órgão regulador se sete de seus analistas afirmam que não tiveram tempo de analisar adequadamente o pedido de licenciamento para construção da hidrelétrica de Belo Monte (rio Xingu, no PA)?</em></p>
<p><em>Emitida na semana passada após ampla e pública pressão do governo, a licença significa a implosão do sistema de licenciamento ambiental brasileiro, que já foi considerado um dos mais modernos.&#8221;</em></p>
<p>Segundo o Globo, a licença ambiental foi aprovada junto com um parecer (114/2009). Neste documento, continua o artigo:</p>
<p>&#8220;<em>os técnicos cumprem a difícil tarefa de informarem sem dizer explicitamente que a licença, apesar de ter sido expedida, não tem condições de ser concedida.</em></p>
<p><em>“Tendo em vista o prazo estipulado pela Presidência (do Ibama), esta equipe não concluiu sua análise a contento. Algumas questões não puderam ser analisadas na profundidade apropriada, dentre elas as questões indígenas e as contribuições das audiências públicas”, escreveram os analistas ambientais do órgão. “Além disso”, avisam que “a discussão interdisciplinar entre os componentes desta equipe ficou prejudicada. Essas lacunas refletem-se em limitações neste Parecer”.</em></p>
<p><em>Entre algumas conclusões, está o fato de que o estudo não apresenta informações que possibilitem aos técnicos afirmarem que serão mantidas a diversidade biológica da região, a navegabilidade do rio Xingu e as condições de vida das populações atingidas.</em>&#8221;</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/02/04/fechem-ibama-263422.asp">Leia mais em<br />
Fechem o Ibama! &#8211; Ricardo Noblat: O Globo</a>.</p>
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		<title>IPCC admite erro em relatório sobre aquecimento global</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/ipcc-admite-erro-em-relatorio-sobre-aquecimento-global/1140/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 00:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[DEU NA BBC: &#8220;O IPCC havia feito a previsão em 2007 em um relatório intitulado AR4, que trazia uma avaliação sobre os impactos do aquecimento global. “As geleiras no Himalaia estão desaparecendo mais rápido do que em qualquer outra parte do mundo (&#8230;) A probabilidade de elas desaparecerem até 2035 ou talvez até antes é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://digao.bio.br/blog/ipcc-admite-erro-em-relatorio-sobre-aquecimento-global/1140/" layout="button_count"></fb:like></span><p>DEU NA BBC:</p>
<p>&#8220;O IPCC havia feito a previsão em 2007 em um relatório intitulado AR4, que trazia uma avaliação sobre os impactos do aquecimento global.</p>
<p>“As geleiras no Himalaia estão desaparecendo mais rápido do que em qualquer outra parte do mundo (&#8230;) A probabilidade de elas desaparecerem até 2035 ou talvez até antes é muito alta”, afirma o documento.</p>
<p>Recentemente, diversos cientistas contestaram os dados divulgados pelo Painel. Em entrevista à BBC Yepersele admitiu o erro e disse que os dados serão revisados.&#8221;</p>
<p>Leia tudo em <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/01/100119_geleira_himalaia_ipcc_np.shtml">BBC Brasil &#8211; Notícias &#8211; Órgão da ONU admite erro em previsão sobre aquecimento global</a>.</p>
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		<title>Transgênicos começam a ficar mais complicados</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 16:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Poder]]></category>

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		<description><![CDATA[Começa com um gene, agora já são dois. Tudo para aumentar a produtividade. É a técnica a serviço do lucro. E lá vamos nós com a Monsanto&#8230; &#8220;SÃO PAULO - A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou nesta quinta-feira a liberação comercial de três variedades de milho geneticamente modificado, autorizando pela primeira vez no Brasil produtos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://digao.bio.br/blog/transgenicos-comecam-a-ficar-mais-complicados/930/" layout="button_count"></fb:like></span><p>Começa com um gene, agora já são dois. Tudo para aumentar a produtividade. É a técnica a serviço do lucro. E lá vamos nós com a Monsanto&#8230;</p>
<p><em>&#8220;SÃO PAULO - A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou nesta quinta-feira a liberação comercial de três variedades de milho geneticamente modificado, autorizando pela primeira vez no Brasil produtos transgênicos com tecnologias combinadas, que poderiam garantir maiores produtividades aos agricultores.</p>
<p>Duas das aprovações do órgão de biossegurança do país contam com tecnologias combinadas (produtos simultaneamente resistentes a insetos e ao herbicida glifosato), desenvolvidas pela Monsanto e Syngenta.&#8221;</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-aprova-pela-1a-vez-transgenico-com-tecnologias-combinadas,436805,0.htm">Brasil aprova pela 1a vez transgênico com tecnologias combinadas &#8211; Estadao.com.br</a> (17 de setembro de 2009)</p>
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