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	<title>Blog do Digão &#187; Cérebro nosso</title>
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		<title>Abelhas também tem emoções</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 17:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicho também é gente]]></category>
		<category><![CDATA[Cérebro nosso]]></category>

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		<description><![CDATA[É o que diz a revista Mente e Cérebro: &#8220;Alterações de humor podem ser facilmente detectadas em cães ou em gatos, por exemplo. A novidade é que talvez abelhas também vivenciem diferentes sentimentos ao longo do dia – mesmo sem terem córtex, amígdala e outras estruturas cerebrais normalmente associadas às emoções. Essa é a conclusão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É o que diz a revista Mente e Cérebro:</p>
<p>&#8220;Alterações de humor podem ser facilmente detectadas em cães ou em gatos, por exemplo. A novidade é que talvez abelhas também vivenciem diferentes sentimentos ao longo do dia – mesmo sem terem córtex, amígdala e outras estruturas cerebrais normalmente associadas às emoções. Essa é a conclusão de um estudo coordenado pela zoóloga Geraldine Wright, da Universidade de Newcastle, no Reino Unido.&#8221;</p>
<p>Leia mais aqui<br />
<a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/abelhas_sofrem_alteracoes_de_humor.html">Abelhas sofrem oscilações de humor &#8211; Mente e Cérebro</a>.</p>
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		<title>Cientista identifica neurônio que reage a celebridades</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/cientista-identifica-neuronio-que-reage-a-celebridades/1366/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 17:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cérebro nosso]]></category>
		<category><![CDATA[Os cientistas dizem cada coisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu na BBC Brasil: &#8220;Cientistas descobriram que entre os bilhões de neurônios presentes no cérebro existe um que acaba reagindo individualmente quando uma pessoa se depara com a imagem de uma pessoa conhecida. Esse tipo de neurônio, batizado de neurônio Jennifer Aniston &#8211; em homenagem à atriz que faz Rachel nos seriado americano Friends -, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deu na BBC Brasil: <em>&#8220;Cientistas descobriram que entre os bilhões de neurônios presentes no cérebro existe um que acaba reagindo individualmente quando uma pessoa se depara com a imagem de uma pessoa conhecida.</em></p>
<p><em>Esse tipo de neurônio, batizado de neurônio Jennifer Aniston &#8211; em homenagem à atriz que faz Rachel nos seriado americano Friends -, pode ajudar cientistas a entender como as imagens são processadas no cérebro e transformadas em memória.&#8221;</em></p>
<p><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081029_neuroniojenniferaniston_ba.shtml">Clique aqui para ler tudo na BBC</a></p>
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		<title>Contardo calligaris critica busca obsessiva por prazer químico</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/contardo-calligaris-critica-busca-obsessiva-por-prazer-quimico/1224/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 17:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cérebro nosso]]></category>

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		<description><![CDATA[Excelente texto do Contardo Calligaris: A INJEÇÃO DO DIA DEPOIS Você sofreu um assalto? Morfina intravenosa previne estresse pós-traumático EM JANEIRO , o &#8220;New England Journal of Medicine&#8221; (362; 2) publicou uma pesquisa, de Holbrook e outros, que mostra o seguinte: os feridos de guerra que recebem rapidamente morfina por via intravenosa tendem a sofrer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto do Contardo Calligaris:</p>
<p style="text-align: center;">A INJEÇÃO DO DIA DEPOIS</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você sofreu um assalto? Morfina intravenosa previne estresse pós-traumático</strong></p>
<p>EM JANEIRO , o &#8220;New England Journal of Medicine&#8221; (362; 2) publicou uma pesquisa, de Holbrook e outros, que mostra o seguinte: os feridos de guerra que recebem rapidamente morfina por via intravenosa tendem a sofrer menos de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Só para explicar, sofrer de TEPT significa, meses e anos depois do evento traumático, ser invadido por lembranças e pesadelos recorrentes que forçam a revivê-lo, perder-se em &#8220;flashbacks&#8221; que podem durar horas, sofrer psicológica e fisiologicamente quando se esbarra em algo que evoque um aspecto qualquer do evento, estar constantemente numa hipervigilância assustadiça e por aí vai. Quem sofre de TEPT tenta evitar estímulos associados ao trauma, a ponto de se tornar, às vezes, amnésico e, geralmente, de preferir um isolamento apático ao comércio com outras pessoas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Ora, a pesquisa selecionou 696 militares feridos em combate no Iraque, para os quais eram disponíveis dados médicos detalhados.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Até dois anos depois do ferimento, mais ou menos um terço tinha desenvolvido um transtorno de estresse pós-traumático. Comparando o tratamento desse terço com o dos dois terços que não apresentaram TEPT, foi possível concluir que o uso de morfina no tratamento imediato de uma ferida reduz o risco de que, mais tarde, o paciente desenvolva um transtorno de estresse pós-traumático.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Outros analgésicos, embora suprimam a dor, não inibem o TEPT de maneira comparável com a eficácia da morfina, a qual, por ser um opioide, suprime tanto a dor física quanto a dor emocional. Com essa supressão, a memória do evento traumático não se consolida: sem aflição, a lembrança se torna fragmentária e, no fundo, trivial.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Inevitavelmente, a grande imprensa norte-americana (por exemplo, o &#8220;The New York Times&#8221; de 14/ 1) apressou-se a ampliar o alcance da pesquisa: se a morfina pode prevenir o TEPT porque ela evita a consolidação da lembrança do trauma, então ela pode ser usada para cada tipo de trauma -não só para feridas de guerra.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>A lista é longa dos eventos que podem ser traumáticos e levar, às vezes, a um transtorno de estresse: agressões violentas (estupro, assalto), sequestro, encarceramento, calamidades, acidentes de carro, diagnósticos de doenças que ameaçam a vida etc. E, para que esses eventos sejam traumáticos, não é necessário ser vítima deles. É suficiente ser espectador ou, às vezes, apenas aprender que eles aconteceram.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Levando em conta que o TEPT é uma condição severa e invalidante (o que implica custos sociais e perdas econômicas), poderíamos administrar o fármaco preventivamente, a cada vez que alguém esbarra num evento potencialmente traumático. As farmácias seriam equipadas para injetar morfina intravenosa a quem se apresentasse imediatamente após um trauma. &#8220;Acabo de assistir a um assalto no farol&#8221;; nenhum problema: &#8220;Deite aqui e aperte o punho&#8221;. Seria a injeção do dia depois, ou melhor, da hora seguinte.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Mas vamos mais fundo: qualquer clínico sabe que a potencialidade traumática de um evento é singular, depende de cada um de nós. Pela unicidade de nossa constituição, acontece que eu serei traumatizado pelo atropelamento de um cachorro enquanto você precisará, no mínimo, de um ser humano ou dois. Para alguém, assistir ao noticiário sobre o terremoto no Haiti pode ser traumático. Para outro, serão mais traumáticos um filme de ficção ou um romance.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Na ausência de um critério geral do que pode ser traumático, minha sugestão é que se instale em cada cidadão uma bomba subcutânea de morfina, ativada por um botão controlado pelo usuário. Reconhecendo situações que poderiam nos traumatizar, injetaríamos imediatamente uma dose (sem perigo; há, nessas bombas, um mecanismo que impede a hipermedicação).</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Imagine só. Alguém me xinga no trânsito? Bomba. Meu tio entrou na UTI? Bomba. Três da manhã e nosso filho ainda não voltou? Bomba duas vezes.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>O resultado seria, certamente, uma diminuição dos transtornos de estresse pós-traumático. Agora, haveria também uma diminuição generalizada da intensidade da experiência. Mas, enfim, parodiando a sabedoria dos estóicos, na falta da felicidade propriamente dita (na qual só os ingênuos ainda acreditam), quem sabe a morfina para todos nos permita viver num mundo sem excessos, tranquilo, de dores e alegrias suavemente entorpecidas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Moral da história: infelizmente,  viver é se machucar; para não se machucar, é sempre possível deixar de  viver.</p>
</div>
<p>Fonte: <a href="http://contardocalligaris.blogspot.com/2010/02/injecao-do-dia-depois.html">contardo calligaris: A injeção do dia depois</a>.</p>
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		<title>Depressão deverá crescer nos próximos anos, dizem cientistas</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/depressao-devera-crescer-nos-proximos-anos-dizem-cientistas/1046/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 15:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cérebro nosso]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[É o que diz o artigo da Revista Viver Mente e Cérebro, veja um trecho: &#8220;Nos próximos 20 anos, a depressão deverá afetar mais pessoas que qualquer outro problema de saúde, inclusive as doenças cardiovasculares e o câncer. A estimativa é da Organização Mundial de Saúde (OMS). A entidade alerta também para os custos econômicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É o que diz o artigo da Revista Viver Mente e Cérebro, veja um trecho:</p>
<p><em><span class="interna-txt">&#8220;Nos próximos 20 anos, a depressão deverá afetar mais pessoas que qualquer outro problema de saúde, inclusive as doenças cardiovasculares e o câncer. A estimativa é da Organização Mundial de Saúde (OMS). A entidade alerta também para os custos econômicos e sociais e para a diminuição da produtividade resultantes dos gastos com tratamento. Países pobres, onde já se registram mais casos de depressão que os desenvolvidos, serão os mais afetados nas próximas décadas. “A patologia tem diversas causas, algumas biológicas, mas parte delas vem de pressões ambientais e, obviamente, as pessoas pobres sofrem mais stress no dia a dia que as ricas, e não é surpreendente que tenham mais depressão”, disse o médico Shekhar Saxena, do Departamento de Saúde Mental da OMS, na primeira Cúpula Global de Saúde Mental, em Atenas, na Grécia. Segundo ele, não devemos considerar que haja uma epidemia silenciosa, porque a depressão vem sendo cada vez mais diagnosticada. “Mas as pessoas têm o direito de ser aconselhadas e tratadas como em qualquer outro distúrbio, e é preciso mudar a mentalidade em relação à doença”, ressalta o médico.&#8221;</span></em></p>
<p>Leia tudo em &gt;&gt; <a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/depressao_sera_a_doenca_mais_comum_do_planeta_em_2030.html">Depressão será a doença mais comum do planeta em 2030 &#8211; Mente e Cérebro</a>.</p>
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		<title>Testosterona diminui generosidade, dizem cientistas</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/testosterona-diminui-generosidade-dizem-cientistas/1128/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 14:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cérebro nosso]]></category>
		<category><![CDATA[Os cientistas dizem cada coisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um desses estudos bizarros de &#8220;psicobiologia&#8221; que, mal interpretado, pode gerar efeitos indesejáveis. Agradeço à Tyna que me enviou o link, seguido de um comentário bastante pertinente &#8211; generosidade se mede pelo dinheiro? Veja um trecho: &#8220;Quanto mais músculos, menor é a generosidade. Pelo menos é o que sugere dois estudos recentes feito por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um desses estudos bizarros de &#8220;psicobiologia&#8221; que, mal interpretado, pode gerar efeitos indesejáveis. Agradeço à Tyna que me enviou o link, seguido de um comentário bastante pertinente &#8211; generosidade se mede pelo dinheiro? Veja um trecho:</p>
<p><em>&#8220;Quanto mais músculos, menor é a generosidade. Pelo menos é o que sugere dois estudos recentes feito por pesquisadores da <em>Whittier College</em> e da Universidade Claremont, na Califórnia (EUA). Segundo os cientistas, a alta quantidade do hormônio masculino <a href="http://www.minhavida.com.br/silos.htm?tema=testosterona&amp;secCodigo=4" target="_blank">testosterona</a> influencia no comportamento mesquinho dos homens.</em></p>
<p><em>Para realizar as análises, tubos de gel contendo testosterona e placebo foram distribuídos a 25 estudantes universitários. Após aplicar a substância na pele, os voluntários receberam 10 dólares e tinham de oferecer qualquer quantia do dinheiro a outro participante. Quem recebesse o dinheiro deveria dizer se considerava ou não a doação justa. Caso não achasse, ambos ficariam sem o dinheiro.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <a href="http://www.minhavida.com.br/conteudo/10744-Nivel-de-testosterona-e-ligado-a-generosidade-masculina.htm?utm_source=news_mv_nov_f&amp;utm_medium=09_12_18&amp;utm_term=header&amp;utm_content=alim&amp;utm_campaign=generosidade">Nível de testosterona é ligado à generosidade masculina &#8211; Minha Vida</a>.</p>
<fb:like href='http://digao.bio.br/blog/testosterona-diminui-generosidade-dizem-cientistas/1128/' send='false' layout='standard' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like>]]></content:encoded>
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		<title>Criativo aparelho contra surdez mostra como o cérebro funciona</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/criativo-aparelho-contra-surdez-mostra-como-o-cerebro-funciona/1103/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 16:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cérebro nosso]]></category>
		<category><![CDATA[Escritos Originais]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[A ciência é realmente uma caixinha de surpresas. E o cérebro uma obsessiva máquina criadora de significados. Nada pode passar incólume por sua lente semântica, seu olhar criador de mundos. Um exemplo disto está no excerto abaixo. Os cientistas descobriram que o cérebro (dispondo de pouca informação proveniente de um sentido, como a audição), busca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ciência é realmente uma caixinha de surpresas. E o cérebro uma obsessiva máquina criadora de significados. Nada pode passar incólume por sua lente semântica, seu olhar criador de mundos. Um exemplo disto está no excerto abaixo.</p>
<p>Os cientistas descobriram que o cérebro (dispondo de pouca informação proveniente de um sentido, como a audição), busca completar o que sabe de maneira extremamente flexível e criativa. Mas raramente deixará de produzir algum significado.</p>
<p><em>&#8220;Durante o estudo, os cientistas compararam sons que também emitem uma pequena onda de ar inaudível, como &#8220;pa&#8221; e &#8220;ta&#8221;, com outros que não a emitem, como &#8220;ba&#8221; e &#8220;da&#8221;. Ao mesmo tempo, participantes recebiam um &#8220;sopro&#8221; no dorso da mão ou na nuca.</em></p>
<p><em>Eles descobriam que os chamados fonemas não aspirados, como &#8220;ba&#8221; e &#8220;da&#8221;, eram ouvidos como seus equivalentes aspirados, &#8220;pa&#8221; e &#8220;ta&#8221;, quando apresentados com um &#8220;sopro&#8221;.<br />
</em></p>
<p><em>Bryan Gick, chefe da equipe de pesquisadores, disse que agora pretende desenvolver um aparelho que incorpore a descoberta para ajudar deficientes auditivos.</em></p>
<p><em>&#8220;Tudo o que precisamos é de um aparelho pneumático que possa produzir esses &#8216;sopros&#8217; nos momentos certos, baseado em impulsos acústicos&#8221;, afirmou Gick.&#8221; </em><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/11/091126_audicaopeleml.shtml">Leia tudo na BBC Brasil &#8211; Sensações da pele afetam audição.</a></p>
<p>De fato, é impressionante a nossa capacidade de produzir significados. Quando esquecemos desta &#8220;impressionância&#8221;, passando a significar as coisas &#8220;no automático&#8221;, é que ficamos mais sujeitos ao equívoco, ao erro, à falsidade, à ação inadequada.</p>
<p>Em outras palavras, por algum motivo que nos escapa, tudo acaba fazendo algum sentido na nossa cabeça. Esta é a base do conhecimento, mas também a mãe da ignorância &#8211; quando não conseguimos observar e interferir no processo pelo qual conhecemos, criamos significados. Porque aí, neste caso, ele ocorrerá de forma espontânea, &#8220;automática&#8221;, o que nem sempre leva a um saber sólido, adequado, desejável.</p>
<p>Enfim, estas são algumas reflexões a respeito do corpo, cérebro, inteligência, etc. Mas e quanto ao criativo aparelho? Você viu acima? Imagine o tal dispositivo que, quando você ouve &#8220;b&#8221;, ele apenas amplifica o sinal. Mas quando você ouve &#8220;p&#8221;, além de amplificar o sinal ele emite um pequeno golpe de ar, um &#8220;sopro&#8221; na sua orelha, dando ao cérebro uma dica a respeito da informação recebida. Impressionante, não? A idéia em si. Percepção multi-sensorial, integrada. Claro que é um exemplo simples, mas a idéia por trás do exemplo é algo a nos fazer pensar. Vamos extendendo nossa própria cognição para pequenos aparelhos. No que isso vai dar, só o tempo dirá.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Antidepressivo que não deu certo vira &#8220;viagra feminino&#8221;</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/antidepressivo-que-nao-deu-certo-vira-viagra-feminino/1044/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 22:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cérebro nosso]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem acha que a farmacologia é uma ciência exata, taí um ótimo exemplo do contrário. Com toda nossa parafernália tecnológica e teórica, ainda não saímos da boa e velha &#8220;tentativa e erro&#8221;. &#8220;Um medicamento que foi originalmente desenvolvido como antidepressivo teve um surpreendente e positivo efeito colateral: as mulheres que o experimentaram relataram &#8220;significativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem acha que a farmacologia é uma ciência exata, taí um ótimo exemplo do contrário. Com toda nossa parafernália tecnológica e teórica, ainda não saímos da boa e velha &#8220;tentativa e erro&#8221;.</p>
<p><em>&#8220;Um medicamento que foi originalmente desenvolvido como antidepressivo teve um surpreendente e positivo efeito colateral: as mulheres que o experimentaram relataram &#8220;significativa melhoria&#8221; em seu desejo sexual, divulgou nesta segunda-feira (16) o jornal britânico &#8220;The Independent&#8221;.</em>&#8221;</p>
<p>Leia tudo na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u653050.shtml">Folha Online &#8211; Ciência &#8211; Antidepressivo que não deu certo vira &#8220;viagra feminino&#8221; &#8211; 16/11/2009</a>.</p>
<fb:like href='http://digao.bio.br/blog/antidepressivo-que-nao-deu-certo-vira-viagra-feminino/1044/' send='false' layout='standard' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Malabarismo faz bem pro cérebro</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/malabarismo-faz-bem-pro-cerebro/939/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 04:06:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cérebro nosso]]></category>

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		<description><![CDATA[DEU NA BBC: &#8220;Praticar atividades complexas como o malabarismo pode produzir mudanças significativas na estrutura do cérebro e melhorar seu funcionamento, segundo um estudo publicado na edição desta semana da revista científica Nature Neuroscience. Segundo a pesquisa, a atividade aumentaria a massa encefálica branca – sistema de fibras e nervos que atua na transmissão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DEU NA BBC:</p>
<p class="ingress">&#8220;Praticar atividades complexas como o malabarismo pode produzir mudanças significativas na estrutura do cérebro e melhorar seu funcionamento, segundo um estudo publicado na edição desta semana da revista científica <em>Nature Neuroscience</em>.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a atividade aumentaria a massa encefálica branca – sistema de fibras e nervos que atua na transmissão de informações que serão processadas pela massa cinzenta e considerada como o sistema de rede do cérebro.</p>
<p>Os pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, analisaram 24 adultos que não sabiam fazer malabarismo durante um período de seis semanas.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/10/091012_malabarismo_cerebro_np.shtml">BBC Brasil &#8211; Notícias &#8211; Malabarismo aumenta o poder do cérebro, diz estudo</a>.</p>
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		<title>Implante no cérebro faz frango agir como codorna</title>
		<link>http://digao.bio.br/blog/implante-no-cerebro-faz-frango-agir-como-codorna/784/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 00:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cérebro nosso]]></category>

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		<description><![CDATA[Notícia antiga da Folha de São Paulo: &#8220;Pesquisadores dos EUA descobriram que as aves já nascem sabendo reconhecer a voz da mãe. Para demonstrar sua hipótese, fizeram um experimento que deixaria o dr. Frankenstein morrendo de inveja: transferiram a região do cérebro responsável por esse reconhecimento de embriões de codorna para embriões de galinha. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notícia antiga da Folha de São Paulo:</p>
<p><em>&#8220;Pesquisadores dos EUA descobriram que as aves já nascem sabendo reconhecer a voz da mãe. Para demonstrar sua hipótese, fizeram um experimento que deixaria o dr. Frankenstein morrendo de inveja: transferiram a região do cérebro responsável por esse reconhecimento de embriões de codorna para embriões de galinha. O resultado foi que os pintinhos, ao nascer, passaram a confundir o som de uma mãe-codorna com o de uma galinha.</em></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em><span style="font-size: x-small;"><span class="article">Embora muito já tenha sido discutido, especialmente entre geneticistas e psicólogos, sobre se alguns traços de comportamento possam ser inatos, o experimento de Balaban é o primeiro a demonstrar isso. &#8220;Achamos que o mesmo pode se aplicar a outras espécies, incluindo primatas&#8221;, afirmou o pesquisador.</p>
<p>Para Balaban, o objetivo de estudos como esse é descobrir qual é o verdadeiro significado de palavras como &#8220;inato&#8221; e &#8220;pré-programado&#8221;. &#8220;Não sabemos ainda que biologia existe por trás disso&#8221;, afirmou. &#8220;Esse experimento mostra que a distinção entre &#8220;inato&#8221; e &#8220;adquirido&#8221; não tem nenhum sentido</span></span>&#8220;</em></p>
<p>Leia tudo em <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u3347.shtml">Folha Online &#8211; Ciência &#8211; Implante no cérebro faz frango agir como codorna &#8211; 19/04/2001 05h48</a>.</p>
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		<title>Pequisadores põem em cheque a confiabilidade de boa parte dos estudos de neurociência divulgados na grande mídia</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 17:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Travitzki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cérebro nosso]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Poder]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando você estuda um pouco mais a fundo os métodos de criação das neuroimagens (baseados em médias, subtrações e adições das imagens cruas), muitas pulgas ficam atrás da orelha quando se ouve frases do tipo &#8220;descoberta a área do prazer&#8221;, ou &#8220;da capacidade de aprender matemática&#8221;. Era só uma questão de tempo para a neurociência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você estuda um pouco mais a fundo os métodos de criação das neuroimagens (baseados em médias, subtrações e adições das imagens cruas), muitas pulgas ficam atrás da orelha quando se ouve frases do tipo &#8220;descoberta a área do prazer&#8221;, ou &#8220;da capacidade de aprender matemática&#8221;. Era só uma questão de tempo para a neurociência começar a detectar seus próprios equívocos.</p>
<p>Segundo a revista Viver, Mente e Cérebro:</p>
<p><span class="interna-txt"><em>&#8220;Dia 23 de dezembro de 2008. Enquanto a maioria das pessoas estava preocupada em comprar presentes de Natal ou preparar as malas rumo às férias, um periódico americano, o </em><em>Perspectives on Psychological Science, liberou o acesso de um de seus artigo antes que fosse publicado – prática comum quando os editores percebem que um estudo terá grande repercussão. Seis dias depois, um dos blogs americanos mais populares entre a comunidade de neurocientistas, o Mind Hacks, definiu a notícia como “uma bomba”. O assunto se espalhou rapidamente por outros “neuroblogs”, que bateram recordes em comentários. Na mídia impressa a novidade começou a ser alardeada apenas na segunda quinzena de janeiro de 2009, em revistas científicas como </em><em>Nature, </em><em>New Scientist e Scientific American, entre outras. Assinado por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e da Universidade da Califórnia em San Diego, o artigo sugere que boa parte dos estudos de neurociência cognitiva que utilizam ressonância magnética funcional (fMRI) pode estar comprometida por análises estatísticas inadequadas que alteram seus resultados. São os mesmos estudos que ocupam o noticiário de ciência da grande imprensa quase todos os dias, em que se exaltam as descobertas de áreas cerebrais ligadas à ansiedade, à empatia, ao desejo sexual e assim por diante – sempre acompanhados, é claro, das típicas imagens coloridas do cérebro.</em>&#8220;</span></p>
<p><a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/exames_de_neuroimagem_sao_confiaveis_.html">Exames de neuroimagem são confiáveis? &#8211; Mente e Cérebro</a>.</p>
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