Rodrigo Travitzki, 26/10/2008

Foi o que afirmou o famoso físico brasileiro César Lattes. A teoria seria de Henri Poincaré, o matemático que teve papel fundamental na teoria do caos, demonstrando que nem tudo é calculável. Lattes critica a influência da imprensa e do lobby na criação de falsos gênios da ciência. Nem o prêmio Nobel e o físico Stephen Hawkings escaparam. Veja trechos da entrevista, retirados de http://www.alfredo-braga.pro.br:


César Lattes

Em entrevista ao Diário do Povo
Campinas, 5 de julho de 1996.

(….)

César Lattes – Einstein é uma fraude. Ele não sabia a diferença entre uma grandeza física e uma medida de grandeza. Uma falha elementar.

D.P. – E onde exatamente ele cometeu a falha da qual o senhor está falando?

César Lattes – Quando ele plagiou a Teoria da Relatividade do físico e matemático francês Henri Poincaré, em 1.905.

A Teoria da Relatividade não é invenção dele. Já existe há séculos. Vem da Renascença, de Leonardo Da Vinci, Galileu e Giordano Bruno. Quem realizou os cálculos corretos para a Relatividade foi Poincaré.

A fama de Einstein é mais fruto do seu lobby do que do seu mérito como cientista.

Ele plagiou a Teoria da Relatividade. Se você pegar o livro de História da Física, de Whittaker, você verá que a Teoria da Relatividade é atribuída a Henri Poincaré e Hendrik Lorentz.

Na primeira edição da teoria da relatividade de Einstein, que ele chamou de Teoria da Relatividade Restrita, ele confundiu medida com grandeza. Na segunda edição, a Teoria da Relatividade Geral, ele confundiu o número com a medida. Uma grande bobagem.

D.P. – Então o senhor considera a Teoria da Relatividade errada? Aquela famosa equação E=MC² está errada?

César Lattes – A equação está certa. É do Henri Poincaré. Já a teoria da relatividade do Einstein está errada. E há vários indícios que comprovam esse ponto de vista.

D.P. – Mas professor, periodicamente lemos que “mais uma teoria de Einstein foi comprovada“…

César Lattes – É a turma dele, o lobby, que continua a alimentar essa lenda. Tem muita gente ganhando a vida ensinando as teorias do Einstein.

D.P. – Mas, e o Prêmio Nobel que ele ganhou por sua pesquisa sobre o efeito fotoelétrico em 1.921?

César Lattes – Foi uma teoria furada. A luz é principalmente onda. Ele disse que a luz viajava como partícula. Está errado, é somente na hora da emissão da luz que ela se apresenta como partícula. E essa constatação já tinha sido feita por Max Planck.

(….)


NOTA:

Em 1948, a Universidade do Brasil, atual UFRJ, recebeu uma carta da Real Academia Sueca de Ciências dirigida a César Lattes. Essa correspondência era sobre a pesquisa da produção artificial de mésons que o físico desenvolvia em parceria com Eugene Gardner, e pela qual a Comissão do Prêmio Nobel de Física vinha demonstrando interesse. A carta só foi entregue ao seu destinatário um ano depois… ficou “esquecida” em certas gavetas e em certos escaninhos das secretarias dos Departamentos e Institutos da Universidade…

Nesse período, o meu parceiro de pesquisa morreu. E como não se dá prêmio póstumo, perdi a oportunidade…

César Lattes, na mesma entrevista

Nesse episódio da carta “esquecida”, seria bastante elucidativo verificar o nome dos que ganharam o Prêmio Nobel de Física nos anos de 1950, 1951 e 1952 (Frank, Cockcroft, Bloch) e reparar quais os tópicos de pesquisa foram destacados nessas ocasiões… não estariam todos exatamente no âmbito das descobertas e dos estudos pioneiros de César Lattes? … ou seria, admiravelmente, apenas mais outra daquelas repetidas e incríveis coincidências alegadas por Gran Bell, Sabin e tantos outros inventores e cientistas judeus?


Se quiser, leia a entrevista toda neste outro site.

11 Responses to “A relatividade não é obra de Einstein”

  1. Nilton José Vilela disse:

    Escrevi um livro de fisica, o qual já foi registrado pela Biblioteca Nacional.Gosteria que o mesmo fosse avaliado por alguem ou centro de pesquisas. Se pudesse me auxiliar agradeceria muito.Meu ponto de vista sobre a relatividade de Einstein diverge muito. Só para se ter uma idéia estou lhe enviando alguns pontos so livro.

    Se estiver de acordo em me ajudar lhe enviarei o livro.

    obrifgado pela atenção.

    Abaixo está a capa com o nome do livro e trechos do mesmo.

    Nilton José Vilela

    Teorias da Comparabilidade e da Gravidade

    Uma nova visão para relatividade e a Gravitação universal
    A natureza é una e única, não necessita de padrões, mas, o conhecimento acontece pelo contraste da
    comparação exercida pela mente humana, com base em padrões diversos.

    Duvidas na relatividade restrita
    Quand o Alberto Michelson e Eduard Morley fizeram a experiência na tentativa de provar a existência do éter, esta realização considerou a terra sendo um sistema em movimento e a velocidade da luz mostrou ser constante no sentido do movimento de translação da terra e contra o mesmo. Isso para um observador neste sistema que é a terra, é verdadeiro, mas, com relação a um observador fora da terra, situado nas estrelas fixas, que pode ser considerado um sistema inercial, será que a velocidade da luz é constante?
    Einstein imaginou um vagão de um super trem com grande velocidade, uma lanterna no piso do vagão e um espelho no teto. A luz que parte da lanterna sobe até o espelho e reflete retomando até a fonte. Para um observador dentro do trem, o tempo de deslocamento do raio de luz é a relação entre 2·h / c (?h? altura do vagão e ?c? velocidade da luz). Outro observador fixo na terra verá a luz deslocar na diagonal para cima e para baixo, devido ao movimento relativo do trem. O tempo de deslocamento deste mesmo raio de luz para o segundo observador é a relação entre 2·d / c (?d? diagonal). Como a diagonal é maior que a altura, considerando que o valor da velocidade da luz é o mesmo para os dois observadores, o tempo para o segundo observador é maior. Como pode o mesmo fenômeno da luz ter duas velocidades? Pergunta reafirmando a Constancia da luz. Eu pergunto: Como pode um mesmo intervalo de tempo ter duas medidas?
    Para provar a tese da dilatação do tempo, Einstein propôs a não simultaneidade. Se duas lanternas colocadas no interior do vagão, uma na traseira e outra na frente acenderem simultaneamente; para o observador no centro do vagão verá a luz gerada pelas lanternas ao mesmo tempo enquanto o outro observador situado na plataforma de embarque, verá em tempos diferentes. Acho que ai está a chave para o engano e aceitação da teoria da relatividade.
    Imagine da seg uinte maneira: Na plataforma de embarque, uma lanterna no piso, no mesmo nível da lanterna situado no vagão. Um espelho no alto com a mesma altura ?h? do espelho colocado no trem. Passando pela plataforma, no instante em que as lanternas coincidirem na mesma linha, os feixes de luz das duas lanternas (a do vagão e a da plataforma) serão disparados. Simultaneamente os observadores verão seus raios de luzes subirem e descerem, no mesmo intervalo de tempo. Os raios alheios serão vistos, perfazendo um espaço físico maior na diagonal, neste mesmo intervalo de tempo. Isso mostra a variação da velocidade da luz quando se trata de feixe de luz situado em outro sistema, para dois fenômenos luminosos ocorridos simultaneamente em sistemas diferentes.
    Pensando assim, como a velocidade c é igual ao espaço percorrido dividido pelo tempo, as idéias de velocidade constante da luz e da não simultaneidade são falsas, conseqüentemente a relatividade restri ta também.
    …..
    Unicidade do espaço

    Não há uma explicação lógica que prove que o espaço percorrido pelo trem em relação à plataforma, e vice versa, tenha valores diferentes para observadores diversos sendo que o fenômeno do movimento é único, e o espaço percorrido também. A idéia de contração da medida padrão, o metro, não faz sentido, até porque, invalida a idéia que temos de padronização de medidas.
    O espaço e´ uno e único em todo o universo, independente de velocidade relativa ou observador.

    Unicidade da massa

    O mesmo procedimento racional para avaliarmos o tempo e o espaço, se faz com uma massa de um corpo, em movimento relativo. Não existe aumento de massa inercial de qualquer corpo que se imagine. Nem real, e nem relativo a observadores.
    A massa de um corpo é una e única em todo o universo, independente de velocidade relativa ou observador.

    Comparabilidade

    Se por uma razão qualquer a medida padrão de espaço, o metro, fosse um pouco encolhido ou espichado de forma proposital e, se as pessoas não fossem comunicadas, nada seria percebido até que alguém mostrasse um metro padrão e relatasse o fato. Até mesmo essa medida padrão, deixaria a pessoa que está sendo comunicada o ocorrido, em duvida, pois, não saberia com certeza qual das duas medidas é a real. O mesmo pode ser verificado com as medidas de tempo e massa.
    Considere uma pessoa vivendo confinada num quarto, contendo em seu poder os três dispositivos de medidas: um relógio, um metro e uma balança. Se tudo que está neste ambiente, inclusive os dispositivos e o organismo dessa pessoa, sofrer alterações pra mais ou pra menos proporcionalmente, ela não terá conhecimento de nada. Caso essa pessoa saia deste confinamento para o mundo lá fora, ela verificará a diferença de tudo entre o meio externo e o quarto. Em resumo, podemos afi rmar que o conhecimento surge da comparação.
    Aproveitando a idéia de que o universo está em expansão, julgamos que tudo intrínseco ao mesmo, esteja também; os planetas, as estrelas, as galáxias, o espaço, o tempo etc. Tudo que se imagina como meio externo ao universo, ainda faz parte do mesmo. Sendo assim, se isto realmente acontecer, não teremos como saber, pois não há parâmetros externos para compararmos. Portanto, se o universo expandir muito mais, ou retrair até o tamanho de um átomo, da forma descrita acima, veremos o mesmo da mesma forma de sempre.
    Até aqui, parece que nós chegamos à realidade da coisa de forma direta, nada de comparatismo, relativismo etc.
    ……
    Variável de comparação……

    Unicidade da existência

    O espaço tem três dimensões: três linhas demarcatórias imaginárias delimitam o espaço; Altura, Largura e Comprimento.
    Fala em dimensões extras, o que acho um absurdo, pois qualquer outra dimensão que se diz, por menor que seja é parte de uma das três existentes, mesmo que cálculos matemáticos confirmem.
    Matéria é tudo aquilo que ocupa lugar no espaço tridimensional. Uma partícula por diminuta que seja, apresenta as três dimensões, porque a inexistência de uma dimensão torna a existência da matéria sem volume, o que é inconcebível. Um ponto, uma linha, um plano,se realmente existe, é material e tem três dimensões, caso contrário é imaginário.
    Se tomarmos uma folha de papel branca, colocarmos um ponto escuro no seu centro e, imaginarmos esta folha infinitamente grande, vê esse ponto escuro em contraste com o branco. Considerando que sempre se viveu na presença apenas do ponto e da folha, se eliminarmos o ponto ou a folha o outro desaparece, devido à existência ser conjunta. O escuro e o branco é a aparência de uma existência ?X? desconhecida, dois lados de um mesmo ser.
    Podemos fazer uma comparação com o parágrafo anterior, sendo o ponto escuro um ponto material e, a folha sendo o espaço sideral. Matéria e espaço é um fenômeno único, embora visto como duas coisas.
    E o que falar do tempo? O tempo também é um plano de fundo para a existência do espaço e da matéria, isto é; sem a dimensão existencial do tempo, matéria e espaço não existem. A realidade ?X? se chama: matériaespaçotempo.
    Se um corpo desloca-se, este movimento se deve ao fato da existência da matéria, um espaço e um tempo. Sem isto não há movimento. O movimento é um fenômeno conjunto.
    O movimento só é visto em presença do repouso. Este fenômeno considera-se energia. A formula da energia cinética é E = m·v² / 2. Porque dividido por dois? Porque se refere só a parte que esta em movimento. Se referir a outra parte, E = m·V². A famosa formula de Einstein E = mc² é verdadeira, pois se refer e ao fenômeno completo; embora para esta equação o corpo esteja em repouso, mas vale dizer que se a luz está a velocidade c do corpo, o mesmo também esta a velocidade c da luz. Einstein propôs esta formula, referindo a energia intrínseca do corpo, mas, a utilizo de forma filosófica.
    O universo é visto em dois estados. O frio e o quente. É inconcebível um universo só energia, ou só matériaespaçotempo, a realidade última se chama: MATERIAENERGIAESPAÇOTEMPO. A mente divide a existência para poder compreender, mas se tudo é uma única coisa, deve ter um único nome. ……

    Comentários

    Quando Einstein criou a relatividade restrita, ele considerou apenas um feixe de luz em um único sistema, com dois observadores, um em cada sistema, para fazerem a medida da velocidade da luz. Como o raio de luz descreve espaços diferentes para os observadores e, levando em conta o postulado de que a luz é a mesma em todas as circuns tâncias, chegou-se a conclusão de que o valor do tempo para um único intervalo, é diferente para os dois observadores. Se a fonte de luz for tirada desse sistema e colocada no outro sistema, ocorre o mesmo fenômeno só que ao contrário.
    A isso Einstein descreveu como dilatação do tempo. Se ele tivesse imaginado dois raios de luz descrevendo trajetórias diagonais idênticas simultaneamente, levando em consideração a simultaneidade, chegaria a conclusão que a velocidade da luz não é constante quando se trata de sistemas diferentes. Com isso cai por terra a dilatação do tempo, a relatividade do tempo com o aumento da velocidade relativa, a relatividade do espaço (comprimento de um corpo em movimento), a relatividade da massa, paradoxo dos gêmeos, e por ai vai.
    A relatividade geral esta fundamentada nos mesmos princípios, só que aqui leva em conta a aceleração, interação de forças etc. Pois os corpos no universo estão s ujeito a isso. Com o principio de equivalência ?aceleração e gravidade?; a idéia de que o espaço é curvo não por ação de força, mas por ação da massa de corpos; e a constância da luz, ele desenvolveu uma equação que descreve a gravidade, com mais competência que a equação de Newton. Se a luz é variável, segundo o meu raciocínio, que creio ser verdadeira, a relatividade geral também se desfaz……

    Tempo e gravidade

    Um raio de luz ao passar próximo de uma grande massa, o sol, por exemplo, sofre uma deflexão (curvatura do espaço-tempo) e, o intervalo de tempo é menor. Deduz se daí que a velocidade da luz seria diferente de C, contrariando o postulado da constância da velocidade da luz. Para solucionar esse impasse, Einstein considerou que realmente C é constante e o tempo sofre dilatação. Só que ele inverteu as bolas, ao invés da gravidade alterar o tempo, o tempo é que produziria o efeito gr avitacional. Com isso Einstein deduziu a seguinte equação:
    (f´- f) / f = g·h / C²
    A meu ver, massa, energia, espaço e tempo fazem parte de um único ser físico. Quando um desses entes sofre alteração, os outros sofrerão influência também. Pensando assim, pode se concluir que atua uma força no fóton de luz provocando uma deflexão do raio ou, a mudança do espaço físico em conseqüência do nível de medida que se encontra, leva o raio a se curvar. Descrevo a equação que reproduz este fenômeno assim:….

    Expansão /contração do universo

    Para descrever a contração / expansão, vamos levar em conta a seguinte idéia: Um eixo giratório, com algumas bolas de chumbo presas ao mesmo, através de cordas elásticas. Cada bola deve estar dentro de uma canaleta fixa perpendicularmente ao eixo. Ao girar o eixo, as bolas afastarão do mesmo, deslizando sobre as canaletas. A velocidade de expansão depende da velocidade angular. Conforme a corda vai sendo tencionada, a velocidade vai reduzindo até zerar. Neste ponto, as bolas permanecem girando com uma velocidade tangencial V. A força centrípeta exercida pela corda é: F = k · r (Lei de Hook) ou m · V² / r.
    No caso do universo, as bolas representam as galáxias e se encontra em rotação. A principio imaginamos um universo estático, em equilíbrio, isto é, o mesmo não se dilata nem se contrai. Suponha que num salto quântico, a rotação tome o valor altíssimo e, mantêm constante, coisa impossível, mas facilita a explicação. Devido o aumento da velocidade tangencial, as galáxias começam a se dispersarem. A partir de então, inicia-se uma expansão acelerada. À medida que o raio aumenta a velocidade tangencial também. Olhando para o gráfico da força em função de N (pág.45) ou velocidade tangencial, se a curva que representa a força, é a da esquerda, a força grav itacional tenderá ao infinito, obrigando o universo a se contrair, sem risco de esmagamento (liberdade assintótica). Se a da direita, o universo se expandirá para sempre. Eu, otimista que sou, espero que o universo se encontre na curva esquerda. Mas, resta uma esperança, com base na teoria da comparabilidade, que diz o segui

    nte: se o universo expandir ao infinito, ou reduzir seu diâmetro a zero, como não há meios de compararmos, ele será visto por nós da mesma forma que sempre vimos.

    Força fraca

    A força fraca, que atua no interior do núcleo, com função de dar estabilidade atômica, está relacionada com a radioatividade (emissão espontânea de partículas de alta energia). O núcleo radioativo contém prótons demais ou nêutrons, tornado o átomo instável. Para adquirir a estabilidade, alguns elementos químicos, ejetam partícula espontaneamente, transformando o átomo em outro elemento.
    Um outro fenô meno que se relaciona com a força fraca, é o decaimento (transformação de uma partícula em outra por processo espontâneo). Existe o decaimento beta nuclear, o decaimento do pion, do muon e outras partículas estranhas. É a força fraca que modera o decaimento do nêutron visto abaixo.
    n ?> p+ + e- + ve , onde n é o nêutron, p o próton, e o elétron e v o símbolo que representa o neutrino, partícula de interação da força fraca.
    A força fraca é apenas um aspecto de uma força unificada mais geral, chamada eletrofraca, que combina as propriedades da força fraca e da força eletromagnética.
    A força fraca esta descrita no ultimo capitulo, porque vejo semelhanças nas explicações da contração / expansão do universo, força forte e gravidade segundo a teoria em questão.
    O decaimento do nêutron acontece devido ao enfraquecimento da força forte por causa da redução do raio do mesmo.
    A força que mantém coeso o núcleo atômico, não é a força forte provinda dos prótons e neutros, mas sim a força gravitacional calculada pela nova equação, originária do próprio núcleo como um todo. A repulsão entre os prótons, é proveniente da rotação que acredito existir do núcleo. A radioatividade pode estar relacionada com o tamanho elevado do núcleo por ter excesso de prótons e neutros, atenuando assim, a força na periferia do núcleo, ocasionado a liberação de partículas.
    Da mesma forma que a força forte não é a força que mantém o núcleo coeso, os elétrons também não são atraídos por cargas positivas e negativas (força eletromagnética), mas pela atração gravitacional muito forte entre núcleo e elétrons ou, prótons e elétrons segundo cálculos pela nova equação.

    Jô, isso é so´para voicê ver que no livro tem muita coisa pra ser pensado com mais profundidade.

    Aguardo o seu retorno

    Grato pela atenção.
    Nilton 27/04/2009

  2. Cesar disse:

    Gostaria de dar meu parecer acerca do post deixado pelo Nilton. É possivel entrar em contato?

  3. Cesar disse:

    Alo Nilton

    Vc disse: “Na plataforma de embarque, uma lanterna no piso, no mesmo nível da lanterna situado no vagão. Um espelho no alto com a mesma altura ?h? do espelho colocado no trem. Passando pela plataforma, no instante em que as lanternas coincidirem na mesma linha, os feixes de luz das duas lanternas (a do vagão e a da plataforma) serão disparados. Simultaneamente os observadores verão seus raios de luzes subirem e descerem, no mesmo intervalo de tempo. Os raios alheios serão vistos, perfazendo um espaço físico maior na diagonal, neste mesmo intervalo de tempo. Isso mostra a variação da velocidade da luz quando se trata de feixe de luz situado em outro sistema, para dois fenômenos luminosos ocorridos simultaneamente em sistemas diferentes.”

    Não é correto afirmar que os dois ou mais observadores verão seus raios de luzes subirem e descerem no mesmo intervalo de tempo. São intervalos de tempo diferentes. Os raios “alheios” na verdade não pertencem a nenhum dos dois ou mais referenciais em questão. Você pode por exemplo, disparar os dois feixes de luz a partir da plataforma, um deles subindo e descendo, e o outro, entrando por algum orificio embaixo do trem, seria lançado para dentro do trem em diagonal, contudo, qualquer observador dentro do trem, veria o feixe que vc lançou percorrer uma linha perpendicular até o teto. Observando-se a partir da plataforma, o feixe de luz lançado dentro do trem (não importa se o feixe é lançado dentro do trem ou do lado de fora, ou mesmo se o feixe lançado a partir da plataforma apenas acompanha lado a lado um outro feixe emitido pelo próprio observador de dentro do trem) levaria mais tempo para subir e descer do que o outro feixe.
    Os eventos não são de fato simultâneos, um deles termina antes do outro.
    A luz não muda de velocidade, e nem pertence a qualquer referencial, portanto não há sentido em se referir a “feixes de luz situados em outro sistema”. A luz possui velocidade constante quando medida por todo e qualquer observador em qualquer referencial.

  4. Nilton José Vilela disse:

    O observador do trem verá a luz que vem da lanterna da plataforma para dentro do trem,na vertical, simultaneamente, à luz que parte da lanterna do trem,ele verá esta na diagonal. Deve-se levar em consideração a velocidade relativa da fonte.

  5. Nilton José Vilela disse:

    Rodrigo, muito obrigado pela informação.

    Cesar, gostei muito da sua observação:em poucas palavras espero ter esclarecido meu poto de vista.Fico grato pelo seu interesse.

    Estou verificando junto a uma universidade, a aprovação e publicação do livro, se tudo ok, comunicarei ao blog.

  6. Cesar disse:

    A velocidade da fonte não tem qualquer influência na velocidade da luz.

  7. Nilton José Vilela disse:

    O observador do trem, verifica os dois raios de luz percorrerem espaços diferentes, no mesmo intervalo de tempo.

  8. Cesar disse:

    Há um engano aqui. Os dois feixes de luz não percorrem distâncias diferentes num mesmo intervalo de tempo.

    Diante do ponto de vista do trem, eles percorrem distâncias diferentes em intervalos de tempo diferentes.

    Considerando-se que a fonte de ambos os feixes pode se encontrar na plataforma (ou no trem, ou em ambos), seria necessário apenas enviar um feixe para cima e outro em diagonal, o que faz o feixe em diagonal percorrer um espaço maior, levando mais tempo para chegar.

    A única diferença real entre os feixes de luz é sua direção, e como foi efetivamente medido por Michelson e muitos outros depois, a direção de propagação não afeta a velocidade da luz.

    Eu também escrevi e registrei na biblioteca nacional um livro demonstrando os erros da relatividade. Minha intenção nestes posts é apenas de ajudar, e se possível esclarecer alguns pontos.

  9. Nilton José Vilela disse:

    O trem e a plataaforma são do mesmo tamanho. O tempo para passar um pelo outro, é unico, assim como a velocidade relativa, independente da contração do trem ou da plataforma, se é que existe, pois, podemos afirmar que, tanto um como o outro estão em movimento. O inicio e o término para o trem ou plataforma passar um pelo outro, é simultãneo para os dois observadores em sistemas diferentes.

  10. Nilton José Vilela disse:

    Sr Cesar, seria melhor eu enviar o livro,para visualizar melhor as minhas idéias. No blog, não coloquei o desenho que envolvem trem, plataforma, raio de luz etc,pois, difere muito dos já vistos.A explicação é de outra forma em relação a colocada acima.

    Obrigado, aguardo retorno.

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